Um homem de 33 anos foi preso na sexta-feira (9/10), em Goiânia, suspeito de furtar aproximadamente R$ 10 mil em joias e relógios de um apartamento em Bela Vista de Goiás. Segundo as forças de segurança, ferramentas de inteligência artificial auxiliaram na identificação do veículo usado na fuga e no rastreamento do trajeto percorrido pelo suspeito.
A publicação de imagens dos objetos furtados nas redes sociais também contribuiu para o avanço das investigações.
A prisão ocorreu na região da Cidade Jardim, em uma ação integrada da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), da 17ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) e do serviço de inteligência do 2º Comando Regional da Polícia Militar (CRPM).
Entre os itens furtados estavam uma corrente, um pingente, quatro pares de brincos de ouro e três relógios.
O crime ocorreu em 2 de outubro, no Residencial Maria Nadir, em Bela Vista de Goiás. Conforme o Registro de Atendimento Integrado (RAI), o suspeito entrou no apartamento enquanto os moradores estavam ausentes. Ele foi surpreendido nas escadas pelo proprietário, que retornava após deixar a esposa no trabalho. Ao perceber a presença do morador, o homem teria feito ameaças e fugido a pé.
A análise de imagens de câmeras de monitoramento permitiu às equipes policiais identificar o veículo utilizado pelo suspeito. Com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial, os agentes rastrearam a rota de fuga e reuniram informações que contribuíram para localizar o homem.
O trabalho de inteligência também identificou publicações nas redes sociais nas quais o suspeito aparecia exibindo os objetos furtados, reforçando os indícios de participação no crime.
Após o cruzamento das informações, as forças de segurança localizaram e prenderam o homem em Goiânia. Parte dos objetos foi recuperada na residência dos pais dele, no bairro Jardins Leblon, na capital. O suspeito foi encaminhado à Central Geral de Flagrantes de Goiânia.
A Polícia Civil dará continuidade às investigações para esclarecer as circunstâncias do crime, incluindo a possibilidade de o apartamento ter sido acessado com uma chave falsa ou de o suspeito ter recebido informações privilegiadas sobre a rotina dos moradores.
Fonte: Agência Goiás