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Mais uma clínica de recuperação em Divinópolis é fechada pela Vigilância em Saúde

Pelo menos 11 clínicas foram fechadas entre agosto de 2017 e fevereiro de 2018 .

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A Vigilância em Saúde de Divinópolis fechou mais uma clínica de recuperação na manhã de quinta-feira (08/11). De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), o local abrigava oito internos e ficava no Bairro São Caetano.

Pelo menos 11 clínicas foram fechadas entre agosto de 2017 e fevereiro de 2018 depois que a Vigilância Sanitária Municipal encontrou irregularidades nos estabelecimentos. Ao todo, segundo a Prefeitura, 14 locais foram vistoriados.

De acordo com o relatório da vigilância, a clínica fechada nesta quinta-feira não ofereceu condições sanitárias suficientes para o atendimento. Dentre os itens citados, a listagem inclui desorganização e sujeira, estrutura física inadequada e desorganização nos medicamentos dos internos.

Em nota, a diretora em saúde do município, Janice Soares, afirmou que o local já foi notificado mais de uma vez e, mesmo com as orientações, continuou não atendendo às solicitações sanitárias.

Fechamento de clínicas

Uma denúncia enviada ao Ministério Público Estadual (MPE) envolvendo maus-tratos em clínicas de recuperação de dependentes químicos em Divinópolis, foi o que deu início à força-tarefa em agosto de 2017. Na época em que a 11ª clínica foi interditada, a Vigilância Sanitária estimava existirem 19 instituições atuantes no município e apenas quatro estavam regulares.

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Nos locais onde a internação era cobrada, a média paga por paciente ficava entre R$ 1,6 mil e R$ 1,9 mil, conforme apurou a equipe de fiscalização.

Atendimento

Segundo o último censo divulgado este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Divinópolis tem 235.977 habitantes. De acordo com a Prefeitura, a cidade tem apenas cinco comunidades terapêuticas com a documentação em dia. Juntas, elas são responsáveis pelo acolhimento e atendimento de cerca de 100 dependentes químicos.

Das cinco comunidades que possuem autorização para funcionar, uma chegou a ser fechada durante a operação do MPMG mas, segundo a Prefeitura, regularizou a situação e voltou a atender.

Por: G1

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