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Homem investigado por estupro de vulnerável é preso em Anápolis

Homem investigado por estupro de vulnerável é preso em Anápolis

Investigação também apura armazenamento de pornografia infantil
Divulgação

Polícia Civil de Goiás prendeu, no domingo (1º), um homem de 28 anos investigado pelos crimes de estupro de vulnerável e armazenamento de conteúdo pornográfico infantil, em Anápolis. A prisão ocorreu durante um culto religioso em uma igreja localizada no Bairro São José, após autorização judicial para a prisão preventiva.

Segundo a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Anápolis, vinculada à 3ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), a investigação teve início após denúncia de que uma criança de 5 anos estaria sendo abusada sexualmente por um amigo da mãe.

Durante as apurações, o investigado chegou a comparecer à delegacia acompanhando a vítima. Em atendimento psicológico, a criança relatou ter sido abusada sexualmente. A partir das informações reunidas, a Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do suspeito, onde foi apreendido um aparelho celular.

De acordo com a corporação, a análise do dispositivo identificou material pornográfico infantil explícito, além de imagens da própria vítima, que reforçam os indícios da prática do crime. Ainda conforme a Polícia Civil, foram encontrados elementos indicando que o investigado acompanhava publicações sobre prisões realizadas pela DPCA e buscava informações sobre a forma de atuação policial em investigações dessa natureza.

As investigações também apontaram que o homem frequentava diferentes igrejas, onde se aproximava de crianças, oferecendo-se para vigiá-las.

Diante da gravidade dos fatos e do risco de novas vítimas, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva, medida que foi deferida pelo Poder Judiciário. O investigado responderá pelos crimes de estupro de vulnerável e armazenamento de pornografia infantil, cujas penas máximas, somadas, podem chegar a 19 anos de prisão.

A DPCA informou que a divulgação da identidade e da imagem do investigado está amparada na Lei nº 13.869/2019 e na Portaria nº 547/2021/DGPC, mediante despacho fundamentado da autoridade policial responsável pelo inquérito, em razão do interesse público e para contribuir com o esclarecimento do caso.

 

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