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Goiânia instala 25 mil armadilhas contra Aedes em meio a alta de dengue e chikungunya

Goiânia instala 25 mil armadilhas contra Aedes em meio a alta de dengue e chikungunya

Goiânia instala 25 mil armadilhas contra Aedes em meio a alta de dengue e chikungunya

A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), inicia nesta terça-feira (25/8), no Residencial Itaipu, a instalação das primeiras armadilhas In2Care para ampliar as estratégias de controle do Aedes aegypti na capital. Ao todo, serão 15 mil unidades distribuídas em quatro regiões: Sudoeste (1.344 armadilhas), Norte (2.600), Sul (2.624) e Noroeste (3.400). A medida ocorre em um cenário de crescimento das arboviroses. Até a semana epidemiológica 32 de 2026, Goiânia confirmou 31.207 casos de dengue, ante 26.130 no mesmo período de 2025, alta de 19,4%. A chikungunya soma 709 casos confirmados em 2026, contra 100 no ano anterior, um aumento de 609%. Não há registros de casos confirmados de zika em 2025 e 2026. A In2Care atrai fêmeas do Aedes aegypti para um recipiente com água; ao entrar, o inseto entra em contato com um produto que adere ao corpo e, ao sair, pode levá-lo a outros criadouros, contribuindo para impedir o desenvolvimento de novas gerações. A estratégia é complementar às ações rotineiras dos agentes de combate às endemias, como inspeções domiciliares, eliminação de criadouros, tratamento de recipientes e aplicação de inseticidas quando indicada. Paralelamente, a Prefeitura iniciou a implantação da Inestrap, outra tecnologia de controle do Aedes aegypti. As instalações começaram pela Região Leste e alcançarão também as regiões Campinas-Centro e Oeste. Serão 10 mil unidades distribuídas nessas três áreas, com conclusão prevista em aproximadamente dois meses. Uma força-tarefa será iniciada nesta segunda-feira no Setor Jaó, após diversas reclamações de proliferação do mosquito. Durante toda a semana, agentes realizarão visitas domiciliares, eliminação de criadouros, borrifação conforme indicação técnica e ações de conscientização e educação ambiental. "Orientamos os moradores e proprietários de imóveis a colaborarem com o trabalho das equipes, permitindo a entrada dos agentes para que possam realizar as inspeções e as medidas necessárias de controle do mosquito", reforça o gerente de controle de vetores da SMS, Leandro Gouvea. A participação da população é considerada essencial para reduzir os locais de reprodução do Aedes aegypti e interromper a circulação do mosquito, com a eliminação de recipientes que possam acumular água e a autorização de acesso dos agentes aos imóveis. Foto: Alex Malheiros. Secretaria Municipal de Saúde (SMS) – Prefeitura de Goiânia.

Fonte: Prefeitura de Goiânia

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