menu
Goiás amplia Casas a Custo Zero: 1.681 novas moradias em 35 cidades e meta de 10 mil entregas até 2026

Goiás amplia Casas a Custo Zero: 1.681 novas moradias em 35 cidades e meta de 10 mil entregas até 2026

Goiás amplia Casas a Custo Zero: 1.681 novas moradias em 35 cidades e meta de 10 mil entregas até 2026

O Governo de Goiás anunciou, nesta sexta-feira (26/06), a ampliação do programa Casas a Custo Zero, com a construção de 1.681 novas moradias em 35 municípios goianos. A nova etapa inclui cidades ainda não contempladas e deve fazer a iniciativa alcançar cerca de 90% dos municípios do estado. Desde a criação, o programa soma quase 8 mil residências contratadas ou entregues e recebeu R$ 1,8 bilhão em investimentos estaduais.

“Estamos aqui para fazer justiça dentro desse programa e atender os municípios, especialmente os prefeitos que se esforçaram ao longo dos últimos anos, mas que tiveram muita dificuldade por várias razões”, afirmou o governador Daniel Vilela.

Nesta fase, serão atendidos os municípios de Alexânia, Amorinópolis, Aporé, Araguapaz, Cachoeira Alta, Cachoeira Dourada, Caçu, Caldazinha, Campos Belos, Cocalzinho de Goiás, Colinas do Sul, Corumbaíba, Crixás, Divinópolis, Doverlândia, Goianápolis, Goiatuba, Guapó, Ipiranga de Goiás, Itapirapuã, Itapuranga, Jaraguá, Montividiu do Norte, Mozarlândia, Nazário, Niquelândia, Nova Glória, Pires do Rio, Rialma, São Patrício, São Simão, Sítio d’Abadia, Teresina de Goiás, Terezópolis e Uruaçu.

A expectativa do Estado é encerrar 2026 com 10 mil moradias entregues. “E nós vamos continuar avançando, promovendo novas etapas com os municípios que já adquiriram as áreas, que já estão prontos para receber também esse novo contrato, essa parceria. Com isso, continuar levando casa própria com qualidade e dignidade para as famílias mais vulneráveis deste estado”, disse Vilela.

Executado pela Agência Goiana de Habitação (Agehab), o programa é desenvolvido em parceria com as prefeituras: os municípios disponibilizam os terrenos com infraestrutura básica, enquanto o Estado realiza o investimento integral para a construção.

As unidades são destinadas a famílias com renda bruta mensal de até um salário mínimo e meio, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com residência comprovada no município há pelo menos três anos e que não tenham sido beneficiadas anteriormente por outro programa habitacional.

Não há cobrança de entrada nem parcelas de financiamento; o custeio é integralmente realizado com recursos do Tesouro Estadual, por meio do Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege).

Cada unidade habitacional conta com sala de estar/jantar, cozinha, dois quartos, banheiro, área de serviço coberta, quintal descoberto, acesso cimentado e gramado frontal. A área construída mínima é de 42,43 m², em lotes com área mínima de 200 m².

Para o presidente da Agehab, Juliano Mendes, o impacto social é o principal diferencial: “Mais que números, estamos falando de famílias, de sonhos, de esperança e de dignidade. Cada casa contratada representa uma mãe que deixará de pagar aluguel para investir nos seus filhos; um trabalhador que terá a segurança de um lar próprio; idosos que poderão envelhecer com tranquilidade e famílias inteiras que finalmente terão endereço para chamar de seu”.

Fonte: Agência do Governo de Goiás

Facebook