menu
Recorde em julho: HMDI registra 201 partos normais; indicador assistencial atinge 94%

Recorde em julho: HMDI registra 201 partos normais; indicador assistencial atinge 94%

Recorde em julho: HMDI registra 201 partos normais; indicador assistencial atinge 94%

O Hospital e Maternidade Dona Iris (HMDI) registrou, em julho, o maior número de partos normais de 2026: 201 procedimentos, o que corresponde a 47% dos 427 nascimentos no período. O total representa aumento de 15,5% em relação a junho, quando foram contabilizados 174 partos normais. No mesmo intervalo, o indicador global de desempenho da assistência subiu de 89% para 94%.

Segundo a unidade, o resultado está relacionado ao trabalho desenvolvido no Centro de Parto Normal (CPN), referência para gestantes de risco habitual. Em julho, das 224 mulheres admitidas no setor, 82% tiveram seus bebês por via vaginal. As cesarianas corresponderam a 18% dos atendimentos no CPN, indicadas quando há necessidade clínica, com foco na segurança materna e fetal, informa a equipe.

O CPN dispõe de suítes PPP (Pré-parto, Parto e Pós-parto), onde a gestante permanece no mesmo ambiente durante todas as etapas do nascimento, com privacidade, conforto e possibilidade de presença de acompanhante e doula escolhida pela mulher. O espaço conta com equipamentos para monitoramento contínuo do bem-estar do bebê e oferta de métodos não farmacológicos para alívio da dor, como banho morno em banheira e chuveiro, musicoterapia, cromoterapia, aromaterapia, massagens, técnicas de relaxamento, exercícios e diferentes posições.

De acordo com a enfermeira obstetra e supervisora do CPN, Cristiane Vieira, a assistência é baseada no acolhimento, no respeito às escolhas da mulher e em práticas sustentadas por evidências. "O nosso trabalho é oferecer uma assistência segura, acolhedora e baseada em evidências, respeitando o tempo da mulher, suas escolhas e proporcionando recursos que contribuam para uma experiência positiva durante o nascimento", afirmou.

As condutas do HMDI seguem recomendações do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). O monitoramento de indicadores assistenciais é usado para aprimorar processos e garantir uma atenção cada vez mais segura, respeitosa e centrada na mulher e no recém-nascido. Segundo a unidade, as ações buscam ampliar a assistência humanizada e oferecer às famílias uma experiência de nascimento com acolhimento, segurança e respeito às escolhas de cada mulher.

Fonte: Prefeitura de Goiânia

Facebook