O Centro de Idosos Vila Vida, unidade do Governo de Goiás mantida pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e pelo Goiás Social, transformou um dia de rotina em um verdadeiro festival de cuidado e animação.
Em um cenário de alerta para o aumento de síndromes respiratórias no estado, a instituição promoveu uma ação estratégica que uniu a atualização do cartão de vacina a uma animada manhã de forró, reforçando que a prevenção é o melhor caminho para uma longevidade saudável.
O evento no Vila Vida coroa um esforço intensificado realizado durante todo o mês de abril. A OVG garantiu que a imunização chegasse a 100% de sua rede de atendimento à Pessoa Idosa, realizando a vacinação de moradores e colaboradores nos Centros de Idosos Vila Vida e Sagrada Família, além dos Espaços Bem Viver I, II e III.
A estratégia visa criar uma barreira de proteção em todas as unidades que acolhem o público acima de 60 anos, grupo considerado prioritário pelas autoridades de saúde.
A diretora-geral da OVG, Adryanna Caiado, destacou a abrangência do trabalho.
“Nossa missão no Goiás Social é cuidar das pessoas por inteiro e de forma onipresente em nossas frentes de trabalho. Este mês, recebemos as equipes de saúde em todas as nossas unidades de idosos para garantir que todos estejam protegidos. Ver o Vila Vida celebrando essa meta com música e sorrisos é a maior prova de que o cuidado humanizado salva vidas”, afirmou Adryanna.
A logística da ação foi planejada para garantir o conforto dos residentes e dos frequentadores da comunidade. Segundo a diretora de Unidades Socioassistenciais da OVG, Roberta Wendorf, a integração entre saúde e assistência é o diferencial da gestão.
“O Vila Vida, assim como nossas outras unidades, é uma referência porque entende o idoso em todas as suas dimensões. A vacinação nas cinco unidades preveniu doenças graves, mas o forró e a integração tratam a saúde emocional. Estamos garantindo imunidade no corpo e disposição na mente”, explicou a diretora.
Para quem recebeu a dose, o sentimento era de dever cumprido. Dona Aparecida Rodrigues da Rocha, de 68 anos, moradora de uma das casas-lares da unidade, foi uma das primeiras a vacinar e logo seguiu para a pista de dança.
“Eu não perco uma vacina e muito menos o nosso forró. A gente tem que se cuidar para poder aproveitar a vida. Com a picadinha no braço e o pé no chão para dançar, não tem doença que pegue a gente”, comemorou animada.
Seu José Maria Dutra, de 77 anos, também deu exemplo de responsabilidade.
“Muitos amigos às vezes ficam com medo da vacina, mas eu digo que medo a gente tem que ter é de ficar doente. Vacinei rapidinho e agora vou tirar uma dama para dançar. O Vila Vida é a nossa segunda família e aqui a gente se sente vivo”, relatou o idoso entre um passo e outro de xote.
O Vila Vida atua em duas modalidades: como Centro de Convivência, atendendo a comunidade externa, e como Casas-Lares, para idosos residentes. A unidade oferece suporte de uma equipe multidisciplinar composta por assistentes sociais, psicólogos, odontólogos e cuidadores.
Juntamente com o Centro de Idosos Sagrada Família e os Espaços Bem Viver I, II e III, a unidade compõe a rede de proteção social do Governo de Goiás e do Goiás Social, focada na autonomia, na dignidade e no envelhecimento ativo.

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