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Hortifrútis variam até 275,99% em Goiânia; pesquisa do Procon mostra onde a economia é maior

Hortifrútis variam até 275,99% em Goiânia; pesquisa do Procon mostra onde a economia é maior

Hortifrútis variam até 275,99% em Goiânia; pesquisa do Procon mostra onde a economia é maior

Entre 3 e 6 de julho de 2026, o Procon Goiânia pesquisou os preços de 20 itens de hortifrútis (8 frutas e 12 verduras e legumes) em 10 estabelecimentos da capital e encontrou diferenças expressivas entre os supermercados.

Nas frutas, o mamão formosa apresentou a maior variação, de 201,68%, com preços entre R$ 2,98 e R$ 8,99. A laranja variou 201,01% (R$ 1,99 a R$ 5,99); o abacaxi, 180,36% (R$ 4,99 a R$ 13,99); a banana prata, 131,11% (R$ 3,89 a R$ 8,99); e o abacate, 125,31% (R$ 3,99 a R$ 8,99). Considerando apenas essas cinco frutas, o consumidor pagaria R$ 17,84 optando pelos menores valores e R$ 46,95 pelos maiores, diferença de R$ 29,11 (aproximadamente 163%).

Entre as menores oscilações nas frutas, a banana nanica variou 28,95% (R$ 4,49 a R$ 5,79), a manga 67,90% (R$ 5,95 a R$ 9,99) e o limão 84,43% (R$ 3,79 a R$ 6,99). A compra desses três itens pelos menores preços somaria R$ 14,23; pelos maiores, R$ 22,77, uma diferença de R$ 8,54.

As maiores variações foram registradas em verduras e legumes. O chuchu liderou com 275,99% (R$ 2,79 a R$ 10,49), seguido de batata-doce com 258,46% (R$ 1,95 a R$ 6,99), tomate saladete com 257,76% (R$ 4,19 a R$ 14,99), tomate comum com 215,58% (R$ 4,75 a R$ 14,99) e batata inglesa com 173,47% (R$ 4,75 a R$ 12,99). A soma dos menores preços desses cinco itens totalizaria R$ 18,43; nos maiores, R$ 60,45, diferença de R$ 41,98 (cerca de 228%).

Nas menores variações desse grupo, a mandioca oscilou 50,08% (R$ 5,99 a R$ 8,99), o alho 75,38% (R$ 19,90 a R$ 34,90) e a cebola 113,32% (R$ 3,98 a R$ 8,49). Pelos menores valores, a compra sairia por R$ 29,87; pelos maiores, R$ 52,38, gerando economia potencial de R$ 22,51.

O Procon Goiânia ressalta que os preços refletem exclusivamente o período da coleta e podem variar conforme oferta e procura, sazonalidade, condições climáticas, custos de armazenamento, qualidade, tamanho e outras características dos produtos perecíveis. Nem todos os itens foram encontrados em todos os estabelecimentos, e lojas de uma mesma rede podem praticar preços distintos.

O órgão lembra que o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) assegura substituição imediata ou ressarcimento quando forem encontrados produtos com prazo de validade vencido, adulterados, falsificados ou impróprios para consumo. A recomendação é pesquisar antes de comprar, observar a qualidade e as condições de armazenamento e priorizar itens com melhor relação entre preço, qualidade e orçamento familiar. A pesquisa indica que comparar preços segue sendo uma das formas mais eficientes de reduzir gastos com alimentação.

Fonte: Prefeitura de Goiânia

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